Carrapatox
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Indicações
Produto para uso externo em cães, indicado para controle de carrapatos e sarna. Também utilizado em ambientes para o combate de Stomoxys calcitrans e Musca domestica.
Posologia
Cães: diluir 1mL de CARRAPATOX para 1 litro de água ou 20mL do produto para 20 litros de água e efetuar o banho ou pulverização; Instalações: Diluir 20mL de CARRAPATOX para 4 litros de água. Pulverizar estruturas como: pisos, paredes teto e corredores. Utilizar 1 litro para cada 10 - 15m² de área. Carrapatox: 20 ml de Carrapatox - 4 Litros de água - 40/60 m2; 40 ml de Carrapatox - 8 Litros de água - 80/120 m2; 60 ml de Carrapatox - 12 litros de água - 120/180 m2. No caso de banho, pulverização nos animais ou nas instalações, se necessário, fazer reaplicações com intervalos de 20 dias.
Contraindicações
Cuidado - VENENO • INFLAMÁVEL • Manter CARRAPATOX ao abrigo da luz. • Não aplicar o produto em dias chuvosos ou de calor muito intenso. • Evitar contato do produto com a pele e mucosas do corpo. Não pulverizar contra o vento. • Não reaproveitar a embalagem vazia. • Não misturar outros produtos ao CARRAPATOX. • Produto tóxico para abelhas e peixes. • Não lançar o produto em mananciais, rios e lagos. • Não fumar nem ingerir alimentos durante a aplicação. • Caso o produto atinja os olhos, lavá-los imediatamente com água corrente durante 10 minutos, no mínimo. • Em caso de ingestão acidental ou suspeita de intoxicação, procurar imediatamente um médico.
Princípios ativos
Apresentações
| Apresentação |
|---|
| Frasco (20 mL) |
| Frasco (100 mL) |
Composição
Cada 100 mL contém: Cipermetrina 10,0 g Veículo q.s.p. 100 mL
Farmacologia / Modo de ação
Os piretroides têm propriedades lipofílicas que facilitam sua penetração nos artrópodes através de sua cutícula rica em lipídios. Uma vez absorvidos, os piretroides são levados pela hemolinfa para as células nervosas. Os insetos expostos a estes praguicidas apresentam hiperatividade, incoordenação e dificuldade de movimentos associada a hipersecreção, tremores, convulsão e, finalmente, o knock-down ("queda"), podendo ou não morrer (SPINOSA, 2011).
Os piretroides são pouco absorvidos pela pele, ocorrendo maior absorção pelas mucosas. Uma das principais vias de biotransformação é a hidrólise da molécula por carboxilesterases e oxidases da fração microssomal dos tecidos. A conjugação com sulfatos, glicuronídios, taurina, glicina e outras substâncias, no fígado, faz parte deste processo, que é semelhante em diversas espécies animais. As principais vias de eliminação são a fecal e a renal (SPINOSA, 2011).
Efeitos colaterais
- Em casos de intoxicação acidental em humanos: Em caso de ingestão acidental ou suspeita de intoxicação procurar atendimento médico;
- Para o médico: salivação excessiva, respiração rápida e difícil com depressão;
- Antídoto: não existe, deve-se fazer tratamento sintomático do colapso com anti-histamínico.
- Para o veterinário: Utilizar terapêutica semelhante a descrita;
- Categoria Toxicológica: II;
- Ação tóxica: hipersensibilizante e irritante das mucosas;
- Grupo químico: ester do Ácido Crisântemico.
Recomendações
- Cuidado - VENENO
- INFLAMÁVEL
- Manter CARRAPATOX ao abrigo da luz.
- Não aplicar o produto em dias chuvosos ou de calor muito intenso.
- Evitar contato do produto com a pele e mucosas do corpo. Não pulverizar contra o vento.
- Não reaproveitar a embalagem vazia.
- Não misturar outros produtos ao CARRAPATOX.
- Produto tóxico para abelhas e peixes.
- Não lançar o produto em mananciais, rios e lagos.
- Não fumar nem ingerir alimentos durante a aplicação.
- Caso o produto atinja os olhos, lavá-los imediatamente com água corrente durante 10 minutos, no mínimo.
- Em caso de ingestão acidental ou suspeita de intoxicação, procurar imediatamente um médico.
Armazenamento
Conservar em local seco e fresco, entre 15 a 30ºC, ao abrigo da luz solar, fora do alcance de crianças e animais domésticos.
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